Também conhecida como inclusão.
Para lá iam os presos recém-chegados ou aqueles que ficariam pouco tempo na CSC. Antes de seguir para os pavilhões, cada um passava por um período de observação.
O objetivo era entender quem era quem, avaliar o risco e definir em qual ala o sujeito poderia ser colocado.
Na cadeia, mandar alguém para o lugar errado podia custar caro.